Central Única de Trabalhadores

Professores do ensino privado do RS avaliam negociação e aprovam moção sobre conjuntura nacional

4 abril, segunda-feira, 2016 às 11:41 am

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Assembleia Sinpro-RS

Assembleia Sinpro-RS

Em assembleia realizada pelo Sinpro/RS, na tarde do último sábado, 2 de abril, os professores do ensino privado debateram e deliberaram sobre a negociação salarial com o Sinepe/RS, as propostas de alterações estatutárias e a conjuntura política do país.

Os representantes do Sinpro/RS nas câmaras de educação básica e superior fizeram o relato das três reuniões realizadas com o sindicato patronal. Na educação básica, os docentes repudiaram o condicionamento da negociação, imposto pelos representantes do Sinepe/RS, em relação à cláusula da limitação de alunos por turma, aprovada em 2015.

Na educação superior, os professores manifestaram sua resistência em relação a proposta de parcelamento da reposição da inflação, feita pelo patronal no último encontro. Foram reafirmadas as reivindicações, com destaque para a reposição integral da inflação.

A próxima reunião entre os sindicatos ocorre nesta terça-feira, 5 de abril.

Em relação à mudança estatutária foi aprovado o prazo máximo de 150 dias, antes do encerramento da gestão para as eleições. A previsão de realização das eleições é meados de setembro do corrente ano.

Assembleia sinpro1

Moção aprovada

Também esteve na pauta da assembleia uma reflexão sobre o tensionamento que vive a sociedade brasileira face à crise política vigente. Na ocasião, os professores aprovaram uma Moção sobre a Conjuntura Nacional.

Leia a íntegra da Moção

“O movimento sindical e social, em que se insere o Sinpro/RS, tem plena convicção de que somente na democracia é possível avançar na afirmação do valor do trabalho e da dignidade profissional e pessoal dos trabalhadores.”, enfatiza o documento.

“Os professores reafirmam o necessário respeito à democracia como condição precípua para o aperfeiçoamento da sociedade brasileira e a preservação dos direitos por ela conquistados”, apontam.

 

Fonte: Sinpro/RS