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Lucro do Banrisul público cresce 31,1% e atinge R$ 320 milhões no primeiro trimestre

14 maio, terça-feira, 2019 às 7:15 pm

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Banrisul é nosso

Banrisul é nosso

O Banrisul, o grande banco público dos gaúchos, registrou lucro líquido de R$ 320 milhões no primeiro trimestre de 2019, uma alta de 31,1% na comparação com o mesmo período de 2018. De acordo com a instituição, o resultado reflete a relativa estabilidade da margem financeira, o menor fluxo de despesas de provisão para créditos de liquidação duvidosa, o crescimento das receitas de tarifas e prestação de serviços e a contenção das despesas administrativas.

O banco também registrou que o patrimônio líquido da instituição atingiu R$ 7,4 bilhões em março de 2019, crescimento de 2,4% ou R$ 170,7 milhões em um ano. Os ativos totais apresentaram saldo de R$ 77,9 bilhões, com ampliação de 8,5% em relação a março de 2018. O total de recursos captados e administrados foi de R$ 67,9 bilhões em março de 2019, com expansão de 9,5% em 12 meses.

A instituição encerrou os primeiros três meses de 2019 com uma base de 1,1 milhão de cartões de crédito, nas bandeiras Mastercard e Visa, 23,7% acima do registrado no mesmo trimestre de 2018. Durante o período, foram realizadas 18 milhões de transações, o que possibilitou a movimentação financeira de R$ 1,5 bilhão. Estes números representam crescimento de 24,6% e 25,7%, respectivamente, em relação ao mesmo período do ano anterior.

O Banrisul informa ainda crescimento na utilização de seus canais digitais, que hoje já representam 53,7% de todas as operações realizadas pelo Banrisul. No primeiro trimestre de 2018, eram responsáveis por 46,5% das operações.

No primeiro trimestre de 2019, os canais de Internet Banking e Mobile Banking, acessados por meio do aplicativo Banrisul Digital, tiveram 60 milhões de acessos, volume 35,2% superior ao mesmo período de 2018, equivalendo a uma média de 666,8 mil acessos diários.

Até o momento, o governador Eduardo Leite (PSDB) tem descartado a possibilidade de privatização do Banrisul. No entanto, ele já se mostrou favorável à venda de ações do banco que não interfiram na manutenção do controle estadual, a exemplo do que fizeram os governos Yeda e Sartori sob protestos dos bancários.

 

 

Fonte: Sul21