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Jornal GGN: Gilmar Mendes arquivou investigação contra Eduardo Cunha em 2014

22 outubro, quinta-feira, 2015 às 8:42 am

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Cunha e Mendes

Publicado no Diário Oficial, um despacho de 6 de maio de 2014 do ministro Joaquim Barbosa manda autuar e distribuir uma investigação da Polícia Federal sobre crimes financeiros. A PF identificou transações cambiais com indícios de irregularidades, que teriam sido cometidas por várias pessoas, incluindo o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), e também o senador Álvaro Dias (PSDB) e o ex-senador Jorge Bornhausen, entre outros.

A petição tramitou com “segredo de justiça” e foi distribuída para o ministro Celso de Mello, que se declarou suspeito, dando continuidade à distribuição da petição, que foi para o ministro GIlmar Mendes, que arquivou os documentos e os devolveu para a Procuradoria-Geral da República.

Do Jornal do Brasil

Gilmar Mendes arquivou investigação de crimes financeiros contra Eduardo Cunha

O site “Migalhas” trouxe à tona nesta quarta-feira (21) um despacho do dia 6 de maio de 2014 do ministro Joaquim Barbosa, publicado no Diário Oficial, em que manda autuar e distribuir uma investigação da Polícia Federal na Divisão de Repressão a Crimes Financeiros.

Segundo a PF, foram identificadas transações cambiais com indícios de irregularidades supostamente realizadas por várias pessoas, nas quais se incluem o atual presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Além dele, aparecem na lista o senador Álvaro Dias (PSDB), o ex-senador Jorge Bornhausen, entre outros.

A Petição 5.169, que tramitou com “segredo de justiça”, foi distribuída ao ministro Celso de Mello. Declarando-se suspeito, Mello deu continuidade à distribuição da petição, que caiu nas mãos do ministro Gilmar Mendes, que mandou arquivar os documentos e os devolveu à Procuradoria-Geral.

O “Migalhas” acrescenta que, como se trata de investigação aberta em 2006, a qual envolvia personagens com foro privilegiado, o caso aportou na PGR (as decisões dos ministros Joaquim Barbosa e Gilmar citam a cota do parquet, sem dizer quem a subscreveu). Na época (de 2005 a 2009), o chefe do MPF era Antonio Fernando Barros e Silva de Souza, que hoje é justamente o advogado que representa os interesses do presidente da Câmara.

 

 

Fonte: Jornal GGN