Central Única de Trabalhadores

CUT-RS reforça protesto dos petroleiros na Refap contra punições a grevistas e pela redução dos preços dos combustíveis

14 junho, quinta-feira, 2018 às 10:09 am

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Refap ato 1

Refap ato 1

A CUT-RS reforçou o protesto contra as punições a grevistas, em defesa da Petrobras e pela redução dos preços dos combustíveis, durante ato realizado pelo Sindicato dos Petroleiros do Rio Grande do Sul (Sindipetro-RS), na manhã fria desta quarta-feira (13), em frente à Refinaria Alberto Pasqualini (Refap), em Canoas.

Os trabalhadores repudiaram veementemente as penalidades aplicadas pela atual gestão da Petrobrás por conta da recente greve de 72 horas em defesa da empresa para os brasileiros e pela redução dos preços dos combustíveis.

Conforme dados da Federação Única dos Petroleiros (FUP), foram mais de 130 punições, entre advertências e suspensões, em diferentes unidades da Petrobras em todo o país.

Refap ato

O presidente em exercício da CUT-RS, Marizar Melo, que participou da manifestação, disse que “punir quem lutou contra a entrega da Petrobras ao capital estrangeiro é uma política rasteira do novo presidente da Petrobrás, que assumiu depois da demissão de Pedro Parente”.

Para Marizar, “não podemos aceitar a tentativa dos golpistas de intimidar quem cruzou os braços para combater o desmonte e a privatização da maior empresa do povo brasileiro e defender a redução dos preços da gasolina, do diesel e do gás de cozinha”.

“Queremos que o povo brasileiro volte a sorrir e ser feliz com Lula livre e presidente”, concluiu.

Ao final, os petroleiros aprovaram uma moção de repúdio às punições. Confira a íntegra do texto!

Moção de Repúdio

A categoria petroleira reunida em frente a REFAP repudia veementemente as punições feitas pela gestão da Petrobrás por conta da greve de 72h em defesa da Petrobrás para os brasileiros e pela redução dos preços dos combustíveis. Foram mais de 130 punições, entre advertências e suspensões. Uma demonstração clara do entreguismo e autoritarismo da gestão indicada pelo golpista Temer. O direito de greve é inalienável e constitucional. É o instrumento principal da luta histórica da classe trabalhadora. Não nos intimidarão. Aqueles e aquelas que lutam têm toda nossa solidariedade. Mexeu com um, mexeu com todos!

 

 

Fonte: CUT-RS com Sindipetro-RS